Mostrar mensagens com a etiqueta Balistica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Balistica. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Balistica

A CABEÇA DA ARMA

Até há cerca de uma década atrás, eram as armas de cabeça “clássica“, designadamente aquelas cuja cabeça permite montar elásticos de rosca, que reinavam por esses mares fora.

Nos dias de hoje, as armas de cabeça aberta com elásticos circulares impõem a sua presença às demais.

Vantagens das armas de cabeça aberta:

  • menor volume
  • melhor manobrabilidade
  • oferece uma melhor visibilidade do arpão
  • maior facilidade na substituição dos elásticos

Desvantagens das armas de cabeça aberta:

  • torna-se mais lenta na altura de carregar o arpão

Há cerca de um ano, diversas marcas desenvolveram uma nova tecnologia ao serviço das armas de caça submarina, designadamente as armas “roller”.

Posted by: jotasub

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

BALISTICA

GUIA INTEGRAL – SIM OU NÃO?

Regra geral, a guia integral não tem contra indicações mas torna-se particularmente útil numa arma longa.

A guia integral tem como finalidade manter a trajectória do arpão o mais recto possível quando este sai disparado em direcção ao alvo.

Segundo a aritmética, uma arma que desvia a trajectória do arpão 5 cm num disparo a 2 metros de distãncia em relação ao alvo vai ter, com toda a certeza, cerca de 15 cm de erro numa distância a 5 metros, o que é o suficiente para errar o alvo.

Há certos tipos de cabeça das armas que aconselham, de todo, a utilização de guia integral na arma, por exemplo as armas de cabeça aberta e com elásticos circulares, pois o elástico ao soltar-se no disparo, tem tendência a empurrar o arpão para baixo o que, por si só, esta manobra é suficiente para desviar a trajectória do arpão.

Em armas com vários elásticos, em princípio, este sistema também irá favorecer a propulsão rectilinea do arpão, após o disparo, evitando a torsão do próprio arpão devido à força dos elásticos.

Posted by: jotasub

sábado, 30 de abril de 2011

Balistica

Os Elásticos

O tempo útil dos elásticos dependem do seu uso e do grau de exigência de cada caçador submarino.

Por isso, é muito importante a atenção que devemos dar no seu tratamento.

Em termos de manutenção, além da simples lavagem com água doce, nunca é demais, “pulverizar” os elásticos com spray silicone, o que lhe dará decerto uma maior longevidade, em termos de eficiência e durabilidade.

Quem nunca teve de substituir um par de elásticos porque junto à rosca, os elásticos estão cheios de gretas devido à corrosão provodada pelo sol e pelo sal?

Sem Título

Aliás, esta situação é um sinal bem visivel quanto ao seu estado de deterioração.

Ao por em prática esta bricolge, é certo que vamos encurtar ligeiramente os elásticos, mas em contrapartida vamos levar o seu limite aos extremos, o que originará uma maior potência no tiro.

Posted by: jotasub

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Balistica

O TIRO IDEAL

Escusado será dizer que a precisão do tiro é fundamental para a captura do peixe.

No caso do tiro sair certeiro, o peixe ficará imediatamente imobilizado ou em condições de ser recuperado.

Existem diversos factores que condicionam a eficácia do tiro, designadamente a corrente, a ondulação e a visibilidade.

Cada caçador submarino tem a sua maneira própria de apontar ao peixe, sendo esta particularidade também um factor decisivo para a eficácia do tiro.

A maioria dos caçadores submarinos apontam ao peixe pelo alinhamento do punho da arma com a cabeça da arma e outros apontam ao peixe com a ponta do arpão.

A estabilidade do tiro é também muito importante também para o tiro ideal, especialmente se a arma for composta de elásticos potentes pelo que, na altura do disparo, o punho da arma deverá estar bem seguro, de forma a evitar a vibração e o recuo da arma.

A posição do caçador submarino em relação ao peixe não é menos importante ao já mencionado.

Portanto, o ângulo de disparo terá também de ser levado em conta, especialmente se o peixe não ficar imobilizado após o tiro, pelo que poderá rasgar, não permitindo ao caçador submarino a sua recuperação.

Abaixo, temos algumas imagens de peixes com as zonas de tiro bem definidas

amigo Lich

Posted by: jotasub

sábado, 5 de março de 2011

balistica

A Barbela do arpão

arpão2

A barbela do arpão deve funcionar solta, mas a trancar na posição de máxima abertura. Uma barbela demasiado solta, pode fechar no momento em que se entra em contacto com o peixe, durante a sua recuperação.

Com a ajuda de um alicate, damos um aperto nas abas da barbela junto ao troço. Vamos apertando ou eventualmente alargando, até encontrarmos uma posição em que: com a barbela fechada, ao batermos com a mão a meio do arpão esta abre e fica presa, mantendo-se nesta posição.

Assim, o próprio estrebuchar do peixe faz ativar o mecanismo.

Com a ajuda do alicate virar a ponta da barbela ligeiramente para cima e os bordos interiores das abas devem ser limados a fim de tirar as arestas cortantes. Estas arestas rasgam mais facilmente o peixe.

Em baixo, vamos ver como o autor do video nos mostra como deve ser substituida a barbela do arpão.

Fontes: apneiapescasub.com.br

Posted by: jotasub

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Balistica

1 º Disparo

As armas de caça submarina não tem massa de mira e mesmo que tivessem, de pouco adiantaria. A mira faz-se com o prolongamento do braço, acertando a linha de visada ao longo do cano da arma, procurando guiar o tiro por aproximação.

No momento do tiro o caçador deve permanecer imóvel, para evitar o desvio do arpão.

Em ordem de preferência e, se pudéssemos escolher o melhor ponto de impacto do arpão, em primeiro lugar viria o cérebro do peixe.
É o ponto mortiforo do peixe onde conseguimos “apagá-lo”, isto é, imobilizá-lo totalmente, impedindo-o de se refugiar nas tocas ou debater-se tentando livrar-se do arpão.

O tiro deverá ser frontal e atingir o peixe de cima para baixo. No caso do peixe se apresentar de lado, o caçador deve procurar acertar o tiro o mais próximo possível da cabeça e, de preferência, na metade superior, tomando como base o inicio da linha lateral com o opérculo branquial.

Devemos considerar que os peixes não tem sensibilidade dolorosa. Desta forma, ao serem atingidos no centro do corpo, por exemplo, continuam com toda a vitalidade, procurando de toda forma desvencilhar-se do arpão que, por vezes “rasgam” e o caçador perde sua presa.

Para acertar num peixe de passagem, que passa velozmente na frente do caçador, a mira deve ser feita na direção da boca que, com o movimento do peixe e com a velocidade do arpão, certamente será atingida nas proximidades do opérculo branquial.


Deve ter-se em mente que no momento do tiro, o braço deve estar estendido e firme de forma a oferecer o máximo de apoio e resistência ao recuo da arma, porque devido à densidade da água, sabe-se que o arpão precisa de força para acelerar e vencer a sua resistência e, se no momento do tiro o braço estiver “mole” não conseguirá os mesmos resultados.

Disparar a arma muito próximo a peixes grandes, pode ser contraproducente, pois devido ao mecanismo propulsor das armas, o arpão precisa percorrer um espaço fora do bocal, para adquirir total aceleração e eficácia no impacto.

2º Disparo

Muitas vezes podemos nos deparar com a necessidade de um segundo tiro, quer seja para retirar um peixe da toca como por exemplo a garoupa, ou mesmo para assegurar a recuperação de um badejo. Nestes casos é fundamental que os caçadores estejam munidos de equipamentos perfeitamente funcionais, para evitar perda de tempo que pode custar a perda do peixe.

A bóia poderá ser de grande ajuda nestes casos, pois poderá fornecer de imediato um segundo arpão, um bicheiro ou mesmo uma lanterna pequena e potente .

O caçador deve ter preparado no seu equipamento um arpão reserva desprovido de barbela, que servirá para apagar um peixe entocado, ao mesmo tempo que permite a retirada do arpão com facilidade.

Fontes: Super Sub (Santarelli) / Caça Sub - Fundamentos e Técnicas

Posted and adapted by: jotasub